por Camila Montez

Quando penso em acessórios, penso na vida como ela é de verdade.
Dias corridos, compromissos inesperados, momentos simples e outros especiais — tudo misturado.

Por isso, quando escolho (e crio) acessórios, meu primeiro critério nunca é a tendência do momento. É a rotina real.

Acessórios precisam acompanhar, não atrapalhar.
Eles precisam fazer sentido no dia a dia, funcionar com diferentes looks e se adaptar aos vários momentos que a gente vive em um mesmo dia.

Eu sempre penso:
essa peça eu usaria para trabalhar, sair resolver algo e ainda continuar com ela à noite?
Se a resposta for não, ela provavelmente não entra na minha curadoria.

Outro ponto essencial é o conforto.
Peças que incomodam, pesam demais ou exigem cuidado excessivo acabam ficando paradas. E acessório bom é aquele que a gente usa — não o que fica guardado.

Gosto muito de acessórios versáteis, que funcionam sozinhos, mas também ficam lindos em mix. Um bracelete marcante, um colar com presença ou uma peça que conversa bem com outras já resolvem o visual sem esforço.

Na rotina real, menos decisão é mais praticidade.
Por isso, escolho peças que combinam facilmente entre si e com roupas básicas. Acessórios que elevam o look sem exigir planejamento.

Também penso muito na durabilidade.
A rotina pede peças resistentes, com bom acabamento e banho de qualidade, que aguentem o uso frequente sem perder o brilho. Isso faz toda a diferença ao longo do tempo.

No fim, escolher acessórios para a rotina real é escolher aquilo que faz sentido para você, para o seu ritmo e para a sua vida.
Não é sobre exagerar, nem sobre seguir regras. É sobre se sentir bem, confiante e confortável — do jeito mais natural possível.

É assim que escolho as peças da loja.
E é assim que acredito que acessórios devem ser usados: fazendo parte do dia, e não sendo um peso a mais nele.

 

— Camila Montez